quarta-feira, 25 de junho de 2025

"Executivo no Aeroporto, Desejo no Ar"

 

Segunda-feira

Dia de rotina clássica: faculdade de manhã, trabalho à tarde e academia à noite. Hoje não tive cliente — só amanhã.

Após o expediente, meu namorado pediu que o levasse ao aeroporto. Eu fui dirigindo o carro dele, que ficaria comigo enquanto ele estivesse fora. Estacionei e, antes mesmo de sair, Flávio me puxou para um beijo quente. Aproveitei e passei a mão no seu pau.

Paramos o beijo, e ele sussurrou:
— Mama... quero te dá o meu leite todinho.

Sem hesitar, abri seu zíper e encontrei aquela pica rosada, grossa. Coloquei na boca e chupei sem parar. Em pouco tempo, ele gemeu:
— Ahhh, minha putinha... vou gozar!

Segurando minha cabeça, gozou na minha boca. Engoli tudo, como sempre faço com ele. E ainda ganhei um beijo depois. Ele levou uns minutos e saiu do carro.

Durante a espera do voo, tomamos um café grande. Quando deu o horário, nos despedimos. Fiquei ali mesmo, observando-o atravessar o portão de embarque.

Eram 17h55 — trânsito infernal lá fora. Resolvi esperar mais um pouco e fui comer. Sentei sozinha em uma mesa do aeroporto, vestida com um modelo azul-marinho colado no corpo, com listras brancas. Tecido justo, corpo em evidência.

Não demorou e um executivo sentou na mesa ao lado. Paletó, gravata, pasta no ombro e mala encostada na cadeira.

— Boa noite — disse ele.

— Boa noite — respondi, educadamente.

Enquanto eu comia, ele puxou conversa:
— Estou esperando o motorista da empresa. Com esse trânsito, deve estar preso.

Sorri:
— Realmente... impraticável. Estou esperando melhorar um pouco para ir embora também.

— Sou Fernando. De São Paulo. E você?

— Alice. Sou daqui mesmo. Vim deixar meu namorado.

Ele deu um sorriso meio tímido:
— Sempre venho a trabalho. Sou engenheiro da empresa XXXX. Nunca tive tempo de conhecer a cidade direito.

Cruzei as pernas, sabendo exatamente o efeito que causava:
— A cidade tem seus encantos. Vale a pena explorar...

O olhar dele me respondeu antes das palavras:
— E o que você faz, Alice? Posso sentar à sua mesa?

— Tenho dois trabalhos. Um tradicional... e outro atípico. Prazeroso. Mas talvez você não queira se sentar quando souber.

Ele, sorrindo:
— Agora fiquei curioso. Qual o prazeroso?

Inclinei um pouco e sussurrei:
— Sou acompanhante. E amo o que faço.

Ele se levantou e veio pra minha mesa:
— Me interesso muito por esse tipo de serviço. Sou um cinquentão mais, pra ser especifico 56 anos rs. Fico sozinho no hotel essa noite.

Sorri:
— Que ótimo. Tenho vinte apenas rs.

Anotei meu número em um papel e entreguei:
— Se quiser, me manda mensagem.

Já eram quase 19h. Me levantei e ele veio junto. Me deu um abraço apertado e disse no meu ouvido:
— Quero sentir prazer com você.

— Então me manda mensagem — sussurrei de volta.

Caminhei pelo saguão até o estacionamento. Entrei no carro e vi mensagens de clientes... e uma de número novo:

“Estou te desejando. Qual seu valor pra hoje? Estou no hotel”

Fernando foi rápido. Primeiro cliente que conquistei sozinha.
Respondi com meus valores — período e pernoite, ambos pagos adiantado. Ele escolheu o pernoite e mandou o endereço.

Fui para casa. Tomei banho, vesti uma lingerie branca de renda, coloquei um vestido em tons de azul (justo no busto, soltinho na saia), sandália de salto verde e prendi o cabelo num coque elegante. Meus pais acharam que eu sairia com meu namorado. Melhor assim — e nem perguntaram muito.

No hotel

Hotel clássico, daqueles de rede nacional. Nos encontramos no bar. Chegamos quase juntos. Sentamos, bebemos vinho. Ele comentou que não tinha pressa — e que a noite seria nossa.

Contou sobre a vida: casado, filhos, rotina. Me perguntou mais de mim, enquanto fazia a transferência:

— Seu aquário está cheio de peixinhos — riu. — Adorei sua forma leve de cobrar.

Deixei claro: só com camisinha.

— Sou um homem responsável — respondeu ele, sorrindo.

Subimos. No quarto, aquele homem grande — 1,87 — me pegou no colo e me sentou na mesa. Começou a beijar meu pescoço, nuca, ombro... puxou a alça do meu sutiã com a boca, e logo estava chupando meus peitos com mordidinhas leves. Tão bom...

Tirei o sutiã e apoiei as mãos atrás da mesa, me exibindo. Ele beijava minha barriga enquanto tocava minha bucetinha por cima da calcinha. Eu já estava molhada. Ao ver minha bucetinha:

— Delícia! Amo bucetinha lisinha. Quero sempre que estiver na cidade.

Chupou com tanta sede que gozei na boca dele, gemendo com as pernas tremendo. Tirou minha calcinha, cheirou, beijou meus pés... e depois pediu:

— Chupa meus mamilos?

Obedeci, chupei seus mamilos, mordia quando pedia e o ouvi gemendo, enquanto abria a calça dele. Pau grande, grosso. Me ajoelhei e comecei lambendo a cabeça, depois as bolas... engoli tudo. Ele gemeu alto. Parou, me beijou, e me sentei em seu colo.

Com um preservativo, que coloquei olhando em seus olhos, sentei bem devagar, sentindo cada centímetro. Quando encaixei tudo, comecei a cavalgar. Ele segurava minha bunda. Gozou rápido, gemendo demais.

Depois...

Tomamos banho juntos. Voltamos enrolados na toalha. Ele precisava responder e-mails, mas pediu:

— Fica nua na cama, com a bucetinha aberta. Quero te olhar.

Obedeci. Enquanto ele digitava, eu respondia mensagens no celular. Falei com meu namorado, inclusive mandei uma selfie com o travesseiro (idêntico ao da minha cama). Ele nem desconfiou.

Fernando terminou, se aproximou batendo punheta:
— Chupa a rola do seu homem.

Chupei, e transamos de novo. Depois ele perguntou:
— Você faz anal?

— Faço. Mas sua rola é grossa...

— É no seu rabinho que eu quero meter agora.

Peguei o gel na bolsa, coloquei na cabeça da rola e fiquei de quatro.

— Come meu cuzinho bem gostoso — pedi.

Mesmo com o gel, senti ser rasgada. Ele socava sem piedade, como fazia com minha buceta. Gozou com grunhidos, suado, entregue. Banho novamente. Dormimos.

Terça-feira, 5h da manhã

Acordei com ele chupando minha buceta. Me penetrou de ladinho. Gozei de novo. Ele beijava, pegava meus peitos... antes de sair, ajoelhei entre suas pernas e chupei uma última vez. Gozou no meu rosto. Limpei na pia. Ele me beijou e disse:

— Daqui 15 dias estarei aqui. E vou querer de novo.

:: Quinta-feira ::

Semana normal: trabalho, faculdade, academia e meus peixinhos garantidos com os clientes, rs. Hoje eu já sabia: tinha encontro com Fernando, o engenheiro do aeroporto.

Como não tinha aula, fui à academia cedo e depois voltei pra casa tranquilamente. Nosso encontro era às 9h no hotel onde ele estava hospedado. Fui de Uber — Flávio, meu namorado, já estava na cidade com o carro dele. Inclusive, estou guardando dinheiro pra comprar o meu e colocar minha tão sonhada prótese mamária, rs.

Cheguei ao hotel e Fernando já me pediu:
— Fica nua e senta aqui na mesa do lado, enquanto trabalho.

Ele vestia camisa polo e calça jeans. Tirei tudo e me sentei como ele queria. Ele começou uma reunião online. Na câmera, uma mão aparecia apoiada sobre a mesa... e a outra estava ocupada com minha bucetinha, acariciando de leve, provocando enquanto falava sério.

Quando fechou o microfone, sussurrou:
— Chupa minha rola.

Ajoelhei sob a mesa e mamei sua pica com vontade. Ele não podia demonstrar nada. Isso me deixou ainda mais excitada. Chupei sem parar, até ele se afastar, segurando a rola latejando, tentando não gozar e manter a postura séria.

Me levantei discretamente e deitei na cama, bem à sua frente. Quando a reunião acabou, ele veio com sede, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta com força. Não aguentei: gozei alto, arrepiada. Estávamos quase em um 69.

Logo ele enfiou a rola na minha boca, dizendo:
— Mama agora, putinha. Me faz gozar.

Ainda me recuperando do orgasmo, continuei chupando sua rola grossa. Estava com a cabeça pendurada pra fora da cama, os cabelos soltos tocando o chão. Ele agachado, com as bolas no meu rosto e a rola na minha boca. Eu completamente vulnerável ao seu gozo... mas ele não gozou ali. Preferiu jorrar nos meus peitos — igual a um jato quente, sujando tudo.

Ele deitou, ofegante. Fui me lavar. Voltei e pedi pica. Ele riu:
— Quer pica, minha putinha?

— Quero! — respondi sorrindo.

Batendo punheta, pediu que eu ajudasse... com os pés. Fiz. Ele gemia alucinado. Pausou pra colocar a camisinha e me fodeu de quatro. Puxava meu cabelo de leve, dava tapas na minha bunda. Gozei sentindo tudo. E ele não parou.

Na hora do gozo, tirou a rola da minha buceta e enfiou de surpresa no meu cuzinho. Arrombou com força. Era grosso, doeu... mas o prazer misturado me invadiu. Não demorou muito e ele gozou.

Fomos tomar banho. Depois, pediu almoço pra dois. Conversamos com calma. Diferente da maioria das acompanhantes, eu gosto de trocar ideia com meus clientes. Não fico cronometrando o tempo. Por isso, meus valores são por período (com alguns peixinhos) e por pernoite (com muitos peixinhos, rs).

Ele me pagou a mais:
— Presente. Você é muito agradável, Alicinha.

Saí de lá de Uber. Fui pra casa trocar de roupa — já estava em cima da hora pro trabalho. No caminho, recebi mensagens do meu namorado e uma no celular dos encontros. Tobias perguntava se eu topava viajar com ele e o pai novamente. Aceitei. Flávio estaria fora, e são muitos peixinhos, né? Alicinha não nega.

Cheguei na agência por um fio, cheia de tarefas. Sérgio — meu gerente e também cliente — mandou mensagem:
— Vem aqui na minha sala?

Fui. Ele perguntou se eu tinha horário no almoço. Brinquei:
— Temos, mas com os mesmos peixinhos de sempre.

Apertei seu pau por cima da calça. Estava sentado e já ficou duro.

Na hora do almoço, saí mais cedo e avisei na agência que ia visitar um cliente. Ele me esperava no carro. Fomos ao motel mais próximo. Bem mequetrefe, rs.

Sérgio estava com o pau duro, ansioso pra eu chupar. Comecei. Enquanto isso, ouvi ele abrindo a camisinha. Parei de chupar, deitei, ele me beijou, puxou minha calcinha pro lado e meteu. Fodemos vestidos. A cada estocada, minha buceta apertava ainda mais a rola dele. Ele gemia:
— Que xoxota apertada... vou gozar, minha ninfetinha!

Gozou rápido. Antes de irmos embora, disse:
— Você merece gozar também.

Ia demorar... já tinha dado a buceta de manhã, né? Mas ele foi pra boca e me fez gozar. Boa performance, Sérgio. Tudo em menos de uma hora. Voltei pra agência antes do previsto — e com o dinheiro que faltava pro meu silicone.

Já marquei a consulta e tudo dando certo, aproveito minhas férias e coloco meus peitinhos novos, rs.

Cheguei em casa cansada. À noite tinha jantar com Flávio.
Ele quis transar. Mas dessa vez, só chupei sua rola e bebi o leitinho dele. Aproveitei e comentei da consulta com o cirurgião. Ele apoiou, sem saber a origem do dinheiro, claro. Mas não importa. Alicinha resolve!

Semana que vem tem cirurgia, clientes confirmados... e a viagem com Tobias e o pai velhinho, que só sabe chupar meus peitos e minha buceta. Eu também chupo a pica dele, mesmo que ela não fique completamente dura. Rs.

Alicinha 🐠💦

terça-feira, 24 de junho de 2025

Chuva dourada - Cliente "mais novo" 42 anos

 

Segunda-feira, pós viagem com Tobias e João

Depois de um fim de semana intenso com Tobias e o pai dele, voltei para casa exausta — no bom sentido. Meu corpo precisava de um tempo, e minha mente também. Tirei uns dias para descansar, reorganizar minha agenda e cuidar de mim.

Durante a semana, voltei à rotina: um cliente por dia, sempre alternando. Os clássicos: Paulo, Roque, Sérgio.... Sem pressa, sem excesso, só o essencial.

No fim de semana seguinte, foi diferente: viajei com meu namorado. Me entreguei inteira a ele. Deixei o celular de encontros desligado dentro de uma caixa de sapato no guarda-roupa. A gente transou muito. De todas as formas. Ele encheu minha bucetinha com gozo, e quando gozava na minha boca, eu engolia tudinho.
Amo transar sem camisinha, mas isso só com ele. Meu corpo sabe de quem é. E ele sabe que sou dele — até segunda ordem.

Dias depois... um novo cliente

Foi Roque quem me indicou. Com minha permissão, claro.
— Alicinha, tem um amigo que tá precisando relaxar. Vem paara cidade toda semana, duas noites só. Posso dar seu contato?

O nome dele? Gustavo. 42 anos, executivo, casado e pai de dois filhos. Bonito, elegante... com aquele olhar de quem já viveu o bastante para saber dar prazer.

Estava começando minhas férias da faculdade e do trabalho, então a agenda estava aberta. Ele entrou em contato e combinamos. Hotel, 16h.

Nosso primeiro encontro

Quando cheguei, ele me recebeu com um sorriso largo e uma educação deliciosa. Subimos para o quarto. Eu estava com um vestido preto justo, sem sutiã. Ele percebeu isso rapidinho.

O beijo foi intenso. E logo suas mãos estavam nos meus peitos, chupando com vontade. Quando ele tirou minha calcinha, minha bucetinha já estava latejando.

No chão, ele me chupava como se tivesse sede. Primeiro, minha buceta, depois meu cuzinho. Gemi alto quando ele apertou meu grelinho com força. Senti meu corpo vibrar.

— Sobe na cama, safada — ele disse, já tirando a cueca.

A pica dele era tudo: grossa, dura, pesada. Ele bateu com ela no meu rosto, de um lado e do outro, me provocando.
— É caceta que você quer, safadinha? Chupa tudinho!

E eu chupei. Com vontade. Ele gozou no meu rosto, melando meu queixo e meus peitos. Tomamos banho, e no banho, ele foi além:

— Quer fazer xixi, princesa? Faz em mim.

Gustavo falou sentando no chão recostado na parede do chuveiro. Em pé a sua frente com a minha buceta na frente do seu rosto, abri com os dois dedos e me obedeci a ordem. Fiz xixi que escorreu por seus ombros, peitos e barriga. Ele lambeu tudo em seguida. Depois me chupou com tanta força que gozei ali mesmo, sem controle.

Round dois

Comemos algo rápido. E logo ele já estava de pau duro de novo. Colocou o preservativo, me pegou no colo e me comeu em pé. Fiquei encaixada no abdômen dele, com as pernas cruzadas em suas costas e meus braços em seu pescoço. Depois sentou na cama e eu rebolava com força, quase gozando.

— Vira de quatro — mandou, com voz grave.

Ele meteu novamente na minha buceta, dessa vez sem dó, me senti sendo arrombada. Intenso, forte, sem pausa. Gozou ali mesmo, suado, sobre mim.

E não parou: tirou a camisinha, jogou fora e voltou a chupar minha buceta. Me fez gozar de novo, tremendo.

Na hora de ir embora, já vestida, ele me pediu a chave Pix. Transferiu meus peixinhos pro meu aquário — e ainda deixou dois a mais, de pura generosidade.

Cheguei em casa e meus pais perguntaram onde eu estava.
— Fui ao médico... o celular descarregou.

Doce mentira. Mas verdadeira foi a noite.
E dois meses depois, minha boca e minha buceta voltaram a receber Gustavo. E continuam recebendo.

Alicinha 🐠💦

segunda-feira, 23 de junho de 2025

Experiência Dupla: Tobias e Seu Pai

 

Segunda-feira
Confirmei todos os meus encontros da semana: Paulo, Roque, Sérgio (meu chefe indireto no banco, rs), Tobias e até um possível novo cliente indicado pelo Roque. Agenda cheia.
Logo cedo fui para a academia. Delícia treinar sem gente enchendo o saco, só eu, os pesos e o som ambiente. Pensei em contratar uma professora pra me acompanhar e melhorar meu desempenho. Depois, segui para a faculdade — aula tranquila — e de lá para o trabalho, onde recebi uma notícia maravilhosa: fui promovida! Agora passaria a trabalhar no setor interno, nada mais de ficar tanto tempo em pé.

Cruzei com Sérgio algumas vezes, aquele jogo de olhares discreto, mas carregado. Na saída, seguimos nosso ritual: encontro no estacionamento, ele já no carro, e eu entrando com um sorriso largo. Ele retribuiu — completamente diferente do gerente que ele finge ser durante o expediente.
Fomos para um motel diferente, com uma suíte que imitava uma cachoeira no meio da mata. Lindo, parecia cenário de filme. Pedimos uma espumante pra comemorar minha promoção — ele mesmo admitiu que deu uma ajudinha pra acontecer.


Depois do brinde, ele pegou o celular, fez uma transferência e falou rindo:
— Tô mandando agora os peixinhos pro aquário da minha bela sereia, que vou foder bem gostoso hoje.
Transamos na borda da “cachoeira”, depois de quatro na cama com ele me segurando pela cintura, estocando forte. Finalizamos com ele comendo meu cuzinho na posição frango assado. Saí do motel por volta das 20h, e ele me deixou em casa.

Terça-feira
Dia tranquilo. Almocei com meu namorado, que no carro tirou o pau pra fora e pediu para mamar. Lambi com gosto e tomei o leitinho. Final de tarde foi com meu querido Sr. Paulo.

Quarta-feira
Sem aula. Encontro com Roque logo pela manhã. Ele quis saber como tinha sido com o Sérgio. Brinquei, dizendo que podia me indicar sempre que algum amigo precisasse.
Ele me puxou no colo, com a pica já dura por baixo da bermuda.
— Claro que indico… Mas só se eu continuar comendo essa bucetinha e esse cuzinho.
Não foi dia de cuzinho, mas sim de cavalgar com vontade. Mamei sua pica babadinha, sentei e cavalguei até ele gozar, gemendo gostoso.
No caminho para o trabalho, recebo mensagem de Tobias desmarcando nosso encontro de quinta. E quase ao mesmo tempo, meu namorado confirma que viajaria no fim de semana para acompanhar a mãe. Só voltaria na outra semana. Céu limpo pro tesão voar.

Quinta-feira
Passei a noite com meu namorado na casa dele, já que viajaria cedo na sexta.
Durante o dia, Tobias mandou mensagem dizendo que teria que ir ao interior com o pai.
Brinquei:
— Justo agora que tô livre, com pais e namorado viajando?

Ele demorou para responder. O ícone de “digitando” ficou por longos minutos. Eu imaginando mil coisas. E aí chegou a mensagem — ou melhor, uma verdadeira proposta:

“Alicinha, amanhã vou com meu pai resolver umas pendências no interior. E ao saber que você está livre, pensei se poderia ir conosco.
Meu pai é viúvo há um tempo e, pelo que percebo, não tem se relacionado com nenhuma mulher. Tem 88 anos, mas é lúcido, ativo, anda todo dia e sempre foi mulherengo. Ultimamente anda desanimado.
Você aceitaria ir conosco e, se ele aceitar, proporcionar um pouco de felicidade a ele?
Se não quiser, está tudo bem, não vou ficar chateado.
Se aceitar, me diga o valor. Eu também quero você. Sairemos sexta ao final da tarde e voltamos domingo. ”

Li aquilo e, confesso, demorei um pouco para assimilar. Mas no fim das contas... por que não? Seria mais uma experiência. Diferente, claro. Mas... eu sou movida a desejo e curiosidade.

Respondi:

Oi, Tobias. Podemos tentar. Mas ele sabe o que eu sou?
Se ele aceitar, vamos! O valor é diferenciado — dois dias e dois homens. São XX peixinhos.

Ele respondeu em seguida, aceitando o valor e dizendo que transferiria no dia seguinte.

Sexta-feira
Levei meu namorado e os pais dele ao aeroporto. Depois voltei para casa, desejei boa viagem aos meus pais, e fui para a faculdade.
No fim da tarde, já com a mala pronta, encontrei com Tobias e seu pai.
O velho já me olhou com cara de safado.
João era magro, cabelos brancos, pele clara, olhos vivos. Estilo esportivo: camisa polo, bermuda jeans, tênis.
Eu fui de vestido longo, sandália rasteira, só de calcinha — sem sutiã.

Tobias fez a transferência do valor ali mesmo e seguimos viagem. No carro, o papo era leve. O velho perguntava muito sobre mim, curioso.
Quando paramos em um posto e Tobias desceu para ir ao banheiro, ficamos a sós no carro. João se virou pra mim e, sem cerimônia, perguntou:

— Posso chupar teu peitinho?

Baixei a alça do vestido e ele mamou com vontade.

Enquanto Tobias foi ao banheiro e aproveitou para comprar algo para bebermos, fiquei no carro com seu pai. Eu estava no banco da frente e ele no banco de trás.
Virei-me discretamente, abaixei a alça do vestido e deixei um dos meus seios expostos. O olhar dele acendeu na hora.
— Peitinho com bico grande… bicudinho… adoro mamar novinha — disse, já inclinando-se para a frente.

João mamava meu peito com uma sede que misturava fome, tesão e nostalgia. Senti sua língua passeando lenta, firme, meio trêmula, e aquilo me excitava mais do que eu imaginava. Era diferente. O contraste do corpo dele com o meu, o jeito como ele me olhava com desejo sincero, sem jogos. Só vontade. A sensação daquele velho chupando meu peito me deu um tesão surreal.
Quando Tobias voltou, me pegou ajeitando o vestido. Riu:
— Alguém aqui já chupou um peito, né?

Respondi provocando:
— Quer também?

Tirei o outro seio pra fora e ele mamou ali mesmo. Olhei pelo retrovisor e vi o Sr. João no banco de trás, apertando o volume por cima da bermuda.
Seguimos viagem. Saímos às 17h e só chegamos à cidade por volta das 23h.

Ao chegarmos, Tobias me levou ao quarto onde dormiríamos juntos. Seu pai foi se recolher. Transamos ali mesmo. Ele estava excitado com tudo, me comeu com gosto. Dormimos abraçados.

Sábado

Acordei com a mesa de café posta. Enquanto comia, Sr. João apareceu só de cueca samba-canção. Sentou ao meu lado e percebi seu pau escapando pela lateral.
Olhou nos meus olhos e disse, com carinho:

— Pega na minha rola…. Chupa ela?

Me ajoelhei ao lado da cadeira e comecei a chupar ali mesmo. A rola dele não ficou totalmente dura, mas era grossa, pesada, com ovos grandes e pendurados.

— Não consigo deixar ela dura, não sei se vou conseguir meter em você… mas quero chupar sua xoxota. E seus peitos também — disse.

Sentei de frente, ainda de vestido, levantei e abri minha buceta lisinha.
O velho sabia chupar uma buceta. Com calma, língua afiada e ritmo gostoso. Gozei na boca dele, melando seu rosto. Ele sorriu, todo orgulhoso.

Enquanto Tobias tomava banho, eu estava de quatro na cama, mamando a rola meia-bomba do Sr. João. Ele deitado, gemendo baixo.
Tobias voltou, ficou sentado nos observando e logo começou a bater uma punheta.
Sr. João, mesmo sem a rola dura, gozou na minha boca gemendo:

— Netinha safada…

Tobias se aproximou, colocou a camisinha e meteu sua rola dura na minha bucetinha. Me comeu de quatro com força, segurando minha cintura, dizendo:

— Putinha safada… quer rola dura? Quer? Sua buceta apertada é uma delícia…

Gozou com força, gemendo no meu ouvido.
Fomos tomar banho. Dessa vez, quem saiu foi o Sr. João, nos deixando a sós.

Tobias me deitou na mesa da cozinha e chupou minha buceta até eu gozar. Depois se levantou, bateu uma punheta olhando pra mim e gozou na minha barriga. Fomos tomar banho e dormimos logo depois.

Acordei com Sr. João mamando meu peito. Disse baixinho:
— Era só isso que eu queria agora…

Almoçamos tarde. Eles dormiram um pouco e aproveitei para mandar mensagem para meu namorado, que achava que eu estava em casa.

Mais tarde, Sr. João me chamou pra assistir a um filme.
O velho safado deitou com a cabeça nas minhas pernas. Eu usava um short folgadinho, sem calcinha, e uma blusa sem sutiã.

Tobias se levantou, me deu um beijo quente e disse que ia na rua comprar nosso jantar.
Antes de sair, sussurrou:

— Hoje quero seu cuzinho…

Sr. João ouviu. Assim que Tobias saiu, ele perguntou direto:

— Você dá o cuzinho?

— Dou — respondi.

— Posso chupar ele? Adoro cu…

Levantei o short e mostrei. O velho colou o rosto e começou a lamber com gosto.

Tobias voltou e me encontrou no colo do pai, com a blusa levantada, Sr. João mamando meus peitos.
Fomos comer. Na cozinha, Tobias me agarrou, me beijou e enfiou o dedo na minha buceta ali mesmo, em cima da mesa. E o pai assistiu tudo, sentado.

Mais tarde, ficamos os três assistindo ao jornal na sala.
Eu no meio dos dois, com a mão na pica de Tobias por dentro do short e na de Sr. João pela lateral da cueca.
O velhinho levantou e foi dormir. E, mais uma vez, dei buceta e cuzinho pro Tobias até cair no sono.

Domingo

Transamos pela manhã, dessa vez eu por cima. Rebolei devagar, gemendo, gozando juntinho com ele.
Voltamos da viagem no fim da manhã. Foi uma experiência inacreditável. Diferente, ousada... e extremamente prazerosa.

Meu cliente - Gerente da Agência que trabalho, que susto e prazer!

 

Segunda-feira
Acordei cedo com um único objetivo: terminar o dia o quanto antes. Às 6h da manhã já estava na academia, suando e determinada com o treino. Depois, banho rápido, pedi um carro de aplicativo (motorista bem grosseiro, mas nem vale falar) e direto pra faculdade.

As aulas correram normalmente. No intervalo de uma delas, olhei o celular. Três mensagens:
— “Encontro”, do Sr. Paulo (72 anos), confirmando horário pra terça.
— Tobias (68), também confirmando.
— E pra minha surpresa, Roque dizendo que queria falar comigo assim que eu pudesse. Respondi dizendo que estava disponível. Ele ficou online na hora:

Oi! Um amigo chegará de SP na quinta. A esposa dele não pôde vir. Ele procura companhia.
Eu: Companhia? rsrs Ele é agradável? Generoso como você?
Você vai gostar dele. Muito elegante, educado. Falei o valor médio, algo que não o incomodou.
Eu: Pode mandar meu número.

Após a aula, fui direto para o trabalho. Almocei com meu namorado — a agência em que trabalho fica dentro do shopping. Deixei o celular de encontros na bolsa, e ao retornar para agência já tinha mensagem do tal amigo do Roque:

Olá, Alicinha. Sou Sérgio, amigo do Roque.

Disse que nunca teve boas experiências com garotas de programa. Que tudo parecia mecânico. Mas recentemente teve uma surpresa boa com uma moça espontânea.

Eu: Oi, Sérgio! Tudo bem? Quando fazemos o que gostamos, espontaneidade vem naturalmente, não é?
Ele respondeu um pouco, mas logo avisou que estava em conferência.
Eu também estava ocupada, e a conversa parou ali.
Terminei o expediente, peguei carona com uma colega e fui direto pra casa. Uma sopa leve, tarefas da faculdade... e cama cedo.


Terça-feira
Mais um dia começando cedo, mesmo ritmo. Sérgio voltou a mandar mensagem, até então não sabíamos como era um ao outro fisicamente. Perfil típico de homem casado rs.

A foto dele apareceu e.… levei um susto! Sérgio é gerente da agência onde trabalho! Gordinho, mediano, branco, cabelos grisalhos... realmente muito elegante.

Ele brincou:
Sou eu sim. Demorei, estava tentando acreditar. A menininha gostosa da agência...
Logo ele viu minha foto de perfil.
Demorou alguns minutos. Achei que tinha desistido.
Mas respondeu:

Eu a conheço. Desculpe o silêncio, fui pego de surpresa. Se você não se importar e mantiver o sigilo, quero te provar. Qual o investimento? Você faz anal também?


Eu: Também fiquei surpresa. Não me importo. Me sentirei até mais à vontade. Faço anal sim. O valor é XXX reais.

Ele aceitou. Disse que na quinta a gente se veria na agência como sempre, mas que depois do expediente queria tudo da “menininha gostosa”.

À noite, fui atender Sr. Paulo. Ele estava animado. Comeu minha bucetinha e meu cuzinho com vontade. Gozou no meu cuzinho, usando camisinha.

Quinta-feira

Acordei com o coração acelerado. Não por ansiedade… mas por expectativa. Saber que o Sérgio — meu chefe — queria me comer depois do expediente deixava minha bucetinha pulsando desde cedo. Sem aula pela manhã, mas inventei uma desculpa: avisei que teria aula à noite, só por precaução.

Fui pra casa do Flávio. Fizemos amor gostosinho, daqueles de namorado apaixonado. Ele gozou na minha boca e eu engoli tudo, sem deixar escapar uma gota. Namorado feliz não questiona nada... rs. Depois, ele me deixou no trabalho.

Vestida com tubinho azul-marinho que desenhava bem meu corpo, sandália de salto, bolsa branca. Cabelos soltos, unhas das mãos e dos pés com francesinha. Visual de quem trabalha num banco..., mas por baixo, lingerie ousada e o corpo querendo pecado.

Cheguei na agência e Sérgio (52 anos) não tinha dado sinal algum. Mas depois do almoço, o vi entrar em sua sala. Em seguida, a mensagem chegou:

Você está ainda mais gostosa do que imaginei. Esse vestido… sua bunda…. Não vejo a hora de te foder todinha. Te encontro às 16:30 no estacionamento D (da clínica). Meu carro é o XXXX na cor preta.

Respondi com risos. Estarei lá no horário, mandei.
Continuei trabalhando e vi quando ele saiu. Esperei alguns minutos e fui atrás.

Encontrei o carro dele parado na lateral indicada. Entrei, ele me pediu um beijo e, assim que nossas bocas se encontraram, o clima incendiou. Ele me perguntou pela chave do Pix — “orientado a fazer logo”, disse, rindo. Após confirmar o pagamento, pressionei sua pica por cima da calça e o beijei. E que volume...

Mas ele não parou por aí. Tirou o pau pra fora: grosso, grande, uns 20cm, cabeça rosada, bem cuidado, lisinho. Não resisti. Me inclinei e chupei ali mesmo, deixando ele louco. Seguimos direto pro motel.

No quarto, me puxou pra cama com vontade. Beijou minha boca, meu pescoço. Tirou meu vestido com cuidado, beijando minha nuca. Soltou meu sutiã e ficou um bom tempo chupando meus peitos — um bico de cada vez, com mãos firmes e língua quente.

Beijou minha buceta por cima da calcinha, até tirá-la e ir direto com a língua. Chupou com gosto, enfiou dois dedos, e depois... desceu mais. Levantou minhas pernas e lambeu meu cuzinho. Que delícia! Aquilo me fez delirar.

Enquanto eu tirava sua roupa, ele já estava de pau duro de novo. Sentado na cama, tirou tudo e abriu as pernas:
Vem, minha gostosa. Mama a rola do seu gerente. Chupa tudinho!

Obedeci com prazer. E quando ele pediu, fiquei de quatro na cama. Colocou a camisinha e meteu na minha bucetinha com força. Segurava minha cintura, estocava firme. Logo senti o gel... e ele empurrando seu pau grosso no meu cuzinho. Sem pedir nem avisar ele fodeu meu cuzinho.

Gemi. Gozei. Siririca no meio da foda anal, enquanto ele gozava dizendo:
Tô gozando, minha putinha!

Aquilo me fez estremecer. Fui ao céu.

Depois de descansarmos um pouco, ele pediu buceta na cara. Me chupou com vontade, depois me penetrou de novo com força até gozar mais uma vez. Eu também. Tomamos banho juntos, trocamos beijos. Nos vestimos e ele me deixou em casa antes de eu sair do carro, ele beijou minha testa e falou:
Agora entendi porque o Roque elogiou tanto. Mas isso vai se repetir, viu?

Cheguei por volta das 20h. Jantei leve, deitei e apaguei.


Sexta-feira

Hoje é dia de trabalhar mais tranquila, um vestidinho solto jeans com um tênis de passeio e rabo de cavalo.

Encontrei Sergio na agência como se nada tivesse acontecido. Discrição total.

Durante o expediente, recebo dele uma mensagem curta:
Me dá buceta na hora do almoço? Investimento 100%.

Topei. Na hora do almoço, passei na farmácia e comprei camisinha. Fui ao local marcado, entrei e sentei no banco de trás. Ele já estava lá, sentado com o pau duro para fora. Chupei um pouco, coloquei a camisinha e sentei devagar, colocando a calcinha de lado. Senti sua pica entrando toda em mim, meu corpo recebendo com prazer.

Cavalguei com vontade. Ele não demorou a gozar.
Fez o pix ainda com a rola dentro de mim. Saí devagar, me ajeitei, dei um beijo rápido e fui almoçar. Rsrs.

O dia seguiu normal…

terça-feira, 17 de junho de 2025

Sábado Santo, Bucetinha Pecadora

 Acordei por volta das 7:30 — ao menos foi essa hora que o despertador tocou. Tinha combinado com minha amiga de irmos treinar na academia do bairro dela. Vesti meu conjunto branco, que eu adoro porque realça minha pele: calça justa, top de alcinha marcando bem meus seios, e um tênis preto. Prendi os cabelos num coque alto, sem frescura, mas com muita disposição.

Já dentro da sala de musculação, no meio do aquecimento, meu olhar cruzou com uma figura familiar: Tobias. Fingi que não vi, segui normal, como se ele fosse só mais um. Mas notei que ele estava com uma mulher — provavelmente a esposa. Uma senhora na mesma faixa etária dele, um tanto gordinha, com marcas naturais do tempo. Usava uma bermuda cinza e uma camiseta grande, sem nenhum charme. Passava despercebida.

Enquanto eu fazia meu treino, percebia Tobias me olhando pelo espelho. Discreto, mas não indiferente. Sentia o olhar dele e continuei os exercícios habituais, fingindo que não percebia, mas dentro de mim aquela chama começava a acender. 

Ao pegar minha bolsa no armário do banheiro, vi que havia novas mensagens de Tobias no celular que denominei — como “ENCONTROS”, porque é exatamente o que são: momentos paralelos, secretos, deliciosos.

TOBIAS:
“Te ver aqui foi uma surpresa. É costume? E você está uma delícia com essa roupa. Quero te foder assim suadinha. Vou levar o carro para lavar, costuma demorar e é uma excelente justificativa. Vou pegar o carro emprestado agora e deixo o meu. Já sei os valores, se confirmar já transfiro.”

Sorri involuntariamente. A ousadia dele me excita, principalmente vindo logo depois de um treino, corpo quente, mente ainda pulsando energia.

MINHA RESPOSTA:
“Não é costume, e pra mim também foi surpresa. Quer me foder assim mesmo? Vamos sim! Onde te encontro?”

TOBIAS:
“Na porta de entrada do Hiper. Estarei num carro azul. Dentro de 40 minutos.”

MINHA RESPOSTA:
“Tudo bem. Vou fazer horário na esteira então e sigo pra lá.”

Desativei as notificações, respirei fundo e fingi normalidade. Saí do banheiro com minha garrafinha na mão, encontrei Tati e comentei casualmente que precisaria encontrar minha “tia” no supermercado depois do treino. Ela nem estranhou — estávamos sempre na correria.

Fomos para a esteira e enquanto caminhávamos e conversávamos, meu coração batia com outro tipo de ansiedade. Olhei o relógio: faltavam quinze minutos. Quando vi a notificação do Pix cair na tela, sabia que o plano estava em curso e eu não podia voltar atrás. A mensagem dele veio em seguida:

TOBIAS:
“Já estou aqui. Carro azul. Sozinho.”

Disfarcei a empolgação e despedi de Tati com um beijo no rosto. Ela me deixou de carro no supermercado. Entrei rapidamente só para manter a farsa — e saí pela porta lateral. Tobias já me esperava encostado ao volante, com aquele sorriso safado.

Entrei no carro rindo e soltei:
— Safado. Nem pra fingir que não me deseja?

Ele me encarou, sério e excitado:
— Quando te vi ali, suada, com essa roupa colada… fiquei com tesão na hora. Você tem um jeito suave, provocante. Me deixa doido. E pagar por isso não é nenhum sacrifício.

Enquanto falava, puxou a alça do meu top, deixando um dos meus peitos expostos.
— Esse peitinho suado… preciso mamar ele agora.

Antes mesmo de eu reagir, ele já sugava meu bico com vontade, faminto. Aquilo me acendeu de um jeito intenso. Mas ele parou, agoniado:
— Vamos sair daqui. Motel mais próximo. Quero você toda pra mim.

Concordei com a cabeça. O clima estava quente demais para esfriar no carro. Seguimos em silêncio, mas com os olhares dizendo tudo.

Chegamos ao motel e entramos rapidamente no quarto. Nada de rodeios. Assim que a porta se fechou, ele me virou de costas, desceu minha calça com a calcinha de uma vez só e, sem avisar, colou o rosto na minha buceta.

Me arrepiava com o contraste da língua quente na pele ainda úmida do suor do treino. Ele apertava minha bunda, pressionava meu grelo com a língua, e enfiava os dedos num ritmo delicioso. Meus gemidos altos e a boca dele trabalhando com fome. Gozei forte, gemendo alto, e mesmo assim ele não parou. Continuou me chupando com vontade, me deixando sensível.

Quando me recuperei, ele me puxou pela mão até o banheiro.
— Lava minha rola, minha putinha... e depois mama gostoso — disse, com aquela voz grave que arrepiava minha espinha.

Obedeci sem pensar. Me ajoelhei sob o chuveiro morno, e com as mãos ensaboadas lavei seu pau, massageando lentamente. Ele já estava meio duro e bastaram algumas lambidas na cabeça e depois em toda a extensão da pica para vê-lo engrossar e latejar na minha mão. Levei tudo à boca, com esforço, sentindo ele segurar minha cabeça, gemendo baixo. Chupei cada parte com dedicação, passando a língua nas veias e depois nas bolas, uma a uma.

Ele tremia as pernas quando disse trêmulo:
— Vou gozar...

E gozou ali mesmo, jatos quentes respingando no meu rosto e na boca. Fechei os olhos, senti o gosto forte, quente, quase animal. Não costumo engolir — só do meu namorado — então deixei escorrer um pouco, limpei com papel e continuei ali, ajoelhada, olhando pra ele como quem diz “ainda não acabou”.

Depois de limpar meu rosto, voltamos pro chuveiro. Dessa vez tomamos um banho completo, com sabão, risadas e toques que não perdiam a malícia. Mas o que me surpreendeu foi que, quando saímos do box e nos secamos, Tobias — com toda sua pose de homem maduro — já estava com o pau duro de novo, latejando como se a primeira gozada nem tivesse acontecido.

Deitamos na cama e ele, sem perder tempo, me pediu com firmeza:
— Fica de quatro, quero meter nessa buceta do jeito que você merece.

Obedeci sem pensar. Me apoiei nos cotovelos, empinei, e ele veio por trás com força, enfiando tudo de uma vez. O gemido escapou da minha garganta. As estocadas eram firmes, rápidas, quase brutas. Uma selvageria deliciosa. Ele segurava na minha cintura, ora batendo, ora me puxando pra trás.

— Sua puta safada... você gosta de rola, né? — ele dizia, com a voz rouca, entre gemidos. — Fala quem é o dono dessa buceta agora... fala meu nome, Alice!

Eu gemia, entre gemidos e respostas sussurradas, olhando pra trás com os olhos meio fechados de tanto prazer.
— É sua... é sua, Tobias... tua rola me deixa louca...

Ele adorava ouvir. Quanto mais eu falava, mais ele metia com força. Me puxava pelos cabelos, alisava minha bunda, e com uma mão livre esfregava meu grelinho com os dedos, me fazendo quase perder o fôlego.

— Vou gozar... — ele avisou, arfando.

Aquele ritmo acelerado me levou junto. Quando senti a rola dele pulsando lá dentro, gozei também, gemendo, tremendo inteira. Fomos juntos. Intenso, forte, suado.

Caímos exaustos na cama. Ele se deitou de lado e me puxou pra perto, ainda acariciando minha bunda. Ficamos ali, em silêncio, só respirando juntos por alguns minutos.

Depois de gozar daquele jeito, ficamos deitados um tempo, em silêncio, só sentindo o calor um do outro e a respiração ainda descompassada. Mas o relógio não perdoa. Ele foi o primeiro a se levantar e começou a se vestir. Eu fui atrás, meio preguiçosa, ainda com o corpo mole de tanto prazer.

Coloquei a calcinha devagar, a calça por cima, ajeitei o top e prendi os cabelos de qualquer jeito. Ele se aproximou, me virou de costas e, mesmo já vestidos, me deitou de leve na cama e me beijou de novo. Suas mãos apertavam minha bunda com carinho e desejo.
— Você é deliciosa, Alice — sussurrou, com aquele tom grave de quem queria mais tempo.

Mas não tínhamos. Saímos do quarto ainda com o gosto da transa grudado no corpo. Ele pagou a conta na recepção, enquanto eu esperava no carro. Me deixou em uma farmácia próxima de casa, como se nada tivesse acontecido. Me deu um beijo rápido, discreto, mas com um olhar que dizia tudo.

Desci do carro ajeitando o top, sentindo a calcinha úmida e o corpo ainda marcado pelas mãos dele.

Era só metade do meu dia... e já parecia um pecado inteiro.

Cheguei em casa e fui direto pro banho. Precisava me recompor, lavar o corpo e disfarçar qualquer vestígio da manhã intensa com Tobias. Pouco tempo depois, Flavio me buscou como combinado. Fomos almoçar juntos, e mesmo com meu corpo ainda cansado — do treino, do motel, de tudo — eu mantive meu sorriso leve, minha doçura. Ele não fazia ideia da maratona que meu corpo já tinha vivido.

Depois do almoço fomos pra casa dele. Eu só pensava em deitar e descansar, mas Flavio estava cheio de desejo. Aquele jeito dele, manso e carinhoso, me provocando com os olhos. Não resisti. Ajoelhei ali mesmo, entre suas pernas, e comecei a mamar seu pau com vontade. Queria satisfazê-lo.

Mas ele me parou.
— Vem cá — disse, me puxando pela mão.

Me sentou sobre a mesa da sala e se ajoelhou. Começou a chupar minha buceta ali mesmo, com a luz do dia entrando pela janela. Era intenso, delicioso. Gozei rápido — meu corpo ainda estava sensível, inchado da rola anterior. Ele não percebeu, ou fingiu não perceber, e eu agradeci em silêncio.

Depois do orgasmo, ele me puxou num beijo demorado. Sentei no chão e pedi baixinho, no meu jeito:
— Me dá leitinho na boca...

Ele sorriu daquele jeito safado. Sentou na cadeira e deixou o pau endurecer enquanto eu descia, lenta, com a boca pronta. Chupei com vontade, língua e lábios trabalhando juntos, enquanto ele gemia:
— Isso, amor... chupa a pica do seu homem...

Aquilo me dava ainda mais tesão. Suas mãos firmes na minha cabeça, guiando o ritmo. Em poucos minutos, senti o corpo dele tremer. Ele gozou na minha boca, quente e intenso. Engoli tudo, como ele gostava, e limpei com a língua a cabeça da pica dele, antes de subir no seu colo e ouvi-lo sussurrar:
— Me beija...

Deitamos juntos na cama, nus, entrelaçados. O corpo dele colado no meu, ainda quente do gozo, e eu com a cabeça em seu peito, fingindo tranquilidade. A verdade é que estava exausta — não só fisicamente, mas carregada de sensações. Descansamos um pouco, mas não demorou pra ele voltar a me provocar.

— Vem cá, me dá sua bucetinha — sussurrou, colando o corpo no meu.

Ficamos de lado, pelados, e ele encaixou seu pau em mim devagar, mas logo começou a socar com vontade. Cada estocada era firme, ritmada, e enquanto me comia, apertava minha bucetinha com a mão e beliscava de leve os bicos dos meus peitinhos, me deixando ainda mais entregue.

Depois me puxou com carinho e pediu pra ficar por cima. Eu subi no colo dele e cavalguei com tesão, sentindo seu corpo sob o meu, suas mãos me apertando inteira. Esfregava meu grelinho no movimento, buscando aquele final gostoso. Gemíamos juntos, nos olhando nos olhos. E foi quase ao mesmo tempo — ele gozando fundo dentro de mim, e eu tremendo de prazer em cima dele.

Caímos exaustos um no peito do outro. E dormimos. Como se nada mais existisse. Como se eu não tivesse carregando segredos no corpo e um prazer silencioso na alma.

Acorde e enquanto ele fazia carinho no meu cabelo e murmurava algo sobre o almoço com a mãe dele no domingo, eu divagava em silêncio.

“Se ele soubesse...”, pensei. Que minha bucetinha já tinha sido lambida, fodida e beijada por outro naquela mesma manhã. Que o gosto que ele tanto elogiava talvez ainda tivesse resquícios de outro prazer. Que meu corpo já tinha se rendido antes, mas que, mesmo assim, sobrou vontade pra ele. Ou talvez fosse só o hábito — essa mania de corresponder, de desempenhar.

Fechei os olhos, suspirei e me entreguei por um instante à ilusão de calma.

Porque, no fim das contas, eu sabia exatamente o que estava fazendo.


E sabia que no meio dessa vida dupla — entre academia, motel e almoço de domingo — quem corria o risco maior era sempre eu. Mas talvez seja isso que me excite tanto: esse jogo de desejos escondidos, de prazeres secretos e da sensação constante de estar à beira do descobrimento.

Um dia alguém pode perceber? Talvez.

Mas hoje... hoje fui foda. E bem fodida.



terça-feira, 27 de maio de 2025

É eu estou gostando de me sentir desejada por homens mais velhos

 

Depois de uma das nossas transas, Tobias me olhou com aquele sorriso meio maroto e perguntou:

— Posso indicar um amigo meu? Ele tem 55 anos, é casado como eu. Casados são sempre discretos, sabe?

Sorri, curiosa, e aceitei. Ele logo pegou meu celular, e na hora mandou para o amigo dele, Roque, uma foto minha, só de visualização única — aquela foto que deixava qualquer um sem fôlego.


Quarta 21 de março de 2018

Estava almoçando em um restaurante com Flávio ( meu namorado) e chegou uma mensagem do possível cliente novo, Roque. Fiquei curiosa pra lê mas precisava terminar o almoço. Assim fiz e pedi licença para ir ao banheiro, não podia tirar aquele aparelho ali na frente dele.

A mensagem chegou quente e direta:
“Oi, Alicinha. Sou amigo do Tobia. Ele falou muito bem de você e garantiu que é discreta — algo que valorizo muito. Vi sua foto e achei você uma delícia. Me conta, qual o seu valor, o tempo que você tem e sua idade? Só posso durante o horário comercial.”

Senti um arrepio percorrer meu corpo. Aquela conversa prometia muito mais do que simples palavras.


Resposta:
Oi Roque, tenho 19 anos e também prezo muito pela discrição, assim como você.
Me achou uma delícia? Ah, ainda nem tivemos nosso primeiro encontro, rs.
Meu valor é XX peixinhos, e o tempo é flexível, do jeito que você preferir.
Amanhã só terei aula até as 8h30, seria um bom horário para você?
Um beijo.

Voltei para a mesa e terminamos o almoço. Meu namorado, no carro me beijando bem gostoso, o tesão foi tanto e quis uma rapidinha ali, no estacionamento — facilitou porque eu estava de vestido. Tirei a calcinha devagar, sentei em sua pica e comecei a quicar lentamente. Ele me penetrou com vontade, me fodendo gostoso até gozar dentro da minha bucetinha. O líquido quente escorreu enquanto eu limpava tudo com um lenço umedecido, Flavio começara a ser como eu gostava.

Depois fui trabalhar, e ao final do expediente, tinha o Sr. Paulo me esperando. Como de costume, fui para a casa dele. Naquela noite, ele queria foder e chupar minha bucetinha e devorar meu cuzinho, enquanto eu me entregava de quatro no sofá. Depois tomamos um banho quente juntos, mamei sua rola e quando tudo terminou, ele me deu o valor de sempre, satisfeito e sorridente.

No caminho de volta para casa, vibrou o celular: mensagem de Roque.

Roque:
"Posso amanhã às 9h. Te pego na porta do shopping, como o Tobias sugeriu.
19 anos? Delícia! Tenho 55 e sou um pouco gordinho.
Seu presente financeiro faço assim que entrar no carro… pra já te deixar bem excitada."

Minha resposta:

Combinado! Amanhã às 9h. Adoro conhecer gente nova… e espero que fique fiel, rs.

Quinta-feira

Coloquei um vestido rosa rodado, que marcava minha cintura e terminava no meio das coxas, junto com uma sandália de salto preta.
Deixei os cabelos soltos, lisos, caindo até a cintura. Por baixo, a lingerie branca de renda, fio dental.

Minha mãe me deixou na faculdade e de lá fui para o local marcado – Entrada do shopping. O carro dele era lindo rs. Ao entrar falei com Roque de forma espontânea e sorri. Ele era bem gordinho, branco, cabelos pretos, barbudo, elegante… e muito cheiroso. Me aproximei, dei um abraço e o encarei, sem nem perguntar, soltei:

— Posso?

Ele sorriu e me beijou na hora, com firmeza.

Como havíamos combinado, ele transferiu o dinheiro ali mesmo. Então seguimos para o motel.

No caminho, conversamos sobre várias coisas… até ele, de repente, colocar a mão na minha perna e perguntar:

— Posso pegar na sua bucetinha?

Deixei. Ele passou os dedos com vontade, sentindo a pele, e soltou um sussurro:

— Tá inchadinha… deliciosa.

Chegamos no motel. Ele sentou na beira da cama, me puxou pela cintura e pediu:
— Por favor, senta no meu colo.

Sentei, encaixando minhas pernas de cada lado dele. Nos beijamos com força, língua, saliva, vontade. Não senti a pica dele dura ainda. Enquanto nos beijávamos, ele foi tirando minha roupa, peça por peça, e eu arranquei a blusa dele. Fiquei só de lingerie.

Ele se jogou na cama, deitado, e eu saí do colo dele. Me encarou com aquele olhar de safado e soltou:
— Senta com essa buceta na minha cara.

Fui sem pensar. Subi na cama, segurei na cabeceira e posicionei a buceta bem na boca dele. Ele puxou a calcinha para o lado e meteu a língua de uma vez, quente, grossa, faminta. Passava a língua devagar e depois acelerava, sugava o meu grelo, mordia, lambia como se estivesse há tempos sem uma buceta.

Eu gemia, jogava a cabeça pra trás, esfregava a boceta no rosto dele, sentindo a barba ralar na minha pele, aquele incômodo gostoso. Eu apertava o bico dos meus peitos e ele segurava minhas coxas com força, me deixando presa quase que o sufocando. Gozei assim, com a boca dele me chupando e melando toda a cara dele.

Saí de cima dele e ele se levantou, tirando a calça. Eu tirei a cueca dele. A pica era pequena, fácil demais pra mamar, mas as bolas… grandes, pesadas. Mamei gostoso, engolindo até o final, chupando e passando a língua, enquanto ele gemia, jogando a cabeça pra trás. Chupava com gosto.

Ao perceber que ia gozar, ele tirou a pica da minha boca, respirando fundo. Deitou na cama e falou, com aquele tom de comando:
— Coloca a camisinha e senta na minha pica.

Peguei a camisinha, coloquei e sentei sem pensar, me encaixando ali, cavalgando. Apesar de ser pequena, senti o prazer, rebolando devagar, depois acelerando, enquanto ele, deitado, arrancava meu sutiã e apertava meus peitinhos, deixando os mamilos ainda mais duros e bem pontudos.

Ele gemia, apertando e falando, com a voz arrastada:
— Fode… fode sua putinha… isso…

O corpo dele foi ficando vermelho, a respiração descontrolada, gemia alto, sem vergonha. Até que gozou, se contorcendo, gemendo horrores.

Saí de cima dele e deitei ao lado, quieta. Ele tirou a camisinha, deu um nó e largou na cabeceira. Ficamos ali, de barriga pra cima, lado a lado, ele com a mão na minha bucetinha, passando os dedos devagar, enquanto o quarto estava em silêncio.

Levantei pra ir pro banho. Ele veio junto, encostou atrás de mim e falou:
— Tô gostando… você parece uma namoradinha.

Dei um sorriso de canto. Voltamos pra cama. Deitei de pernas abertas, olhando direto pra ele:
— Quer foder a namoradinha?

Ele nem respondeu, desceu de cabeça e começou a chupar minha buceta de novo, com aquela língua quente e faminta. Depois subiu, mamando meus peitinhos com vontade, mordendo de leve.

E, de novo, pediu:
— Sobe, cavalga.

Eu montei nele, rebolando, cavalgando sem pressa. Não demorou muito… ele gozou de novo, gemendo, se agarrando na minha cintura.

Saímos do motel por volta de 11:30. Ele me deixou no shopping e, na saída, pegou na minha buceta, apertando e falando:
— Gostei… vou querer repetir.

Dei um sorriso e fui trabalhar. À noite, fui direto para casa do meu namorado… e transamos de novo.

Na semana seguinte, minha buceta continuou rendendo bem:
— Sr. Paulo me comeu na terça.

— Roque na quarta, na hora do almoço.
— Tobias na quinta, fim de tarde.

Minha buceta tava faturando… e eu tava adorando.

"Executivo no Aeroporto, Desejo no Ar"

  Segunda-feira Dia de rotina clássica: faculdade de manhã, trabalho à tarde e academia à noite. Hoje não tive cliente — só amanhã. Após...