Segunda-feira
Dia de
rotina clássica: faculdade de manhã, trabalho à tarde e academia à noite. Hoje
não tive cliente — só amanhã.
Após o
expediente, meu namorado pediu que o levasse ao aeroporto. Eu fui dirigindo o
carro dele, que ficaria comigo enquanto ele estivesse fora. Estacionei e, antes
mesmo de sair, Flávio me puxou para um beijo quente. Aproveitei e passei a mão
no seu pau.
Paramos o
beijo, e ele sussurrou:
— Mama... quero te dá o meu leite todinho.
Sem
hesitar, abri seu zíper e encontrei aquela pica rosada, grossa. Coloquei na
boca e chupei sem parar. Em pouco tempo, ele gemeu:
— Ahhh, minha putinha... vou gozar!
Segurando
minha cabeça, gozou na minha boca. Engoli tudo, como sempre faço com ele. E
ainda ganhei um beijo depois. Ele levou uns minutos e saiu do carro.
Durante a
espera do voo, tomamos um café grande. Quando deu o horário, nos despedimos.
Fiquei ali mesmo, observando-o atravessar o portão de embarque.
Eram
17h55 — trânsito infernal lá fora. Resolvi esperar mais um pouco e fui comer.
Sentei sozinha em uma mesa do aeroporto, vestida com um modelo azul-marinho
colado no corpo, com listras brancas. Tecido justo, corpo em evidência.
Não
demorou e um executivo sentou na mesa ao lado. Paletó, gravata, pasta no ombro
e mala encostada na cadeira.
— Boa
noite — disse ele.
— Boa
noite — respondi, educadamente.
Enquanto
eu comia, ele puxou conversa:
— Estou esperando o motorista da empresa. Com esse trânsito, deve estar preso.
Sorri:
— Realmente... impraticável. Estou esperando melhorar um pouco para ir embora
também.
— Sou
Fernando. De São Paulo. E você?
— Alice.
Sou daqui mesmo. Vim deixar meu namorado.
Ele deu
um sorriso meio tímido:
— Sempre venho a trabalho. Sou engenheiro da empresa XXXX. Nunca tive tempo de
conhecer a cidade direito.
Cruzei as
pernas, sabendo exatamente o efeito que causava:
— A cidade tem seus encantos. Vale a pena explorar...
O olhar
dele me respondeu antes das palavras:
— E o que você faz, Alice? Posso sentar à sua mesa?
— Tenho
dois trabalhos. Um tradicional... e outro atípico. Prazeroso. Mas talvez você
não queira se sentar quando souber.
Ele,
sorrindo:
— Agora fiquei curioso. Qual o prazeroso?
Inclinei
um pouco e sussurrei:
— Sou acompanhante. E amo o que faço.
Ele se
levantou e veio pra minha mesa:
— Me interesso muito por esse tipo de serviço. Sou um cinquentão mais, pra ser
especifico 56 anos rs. Fico sozinho no hotel essa noite.
Sorri:
— Que ótimo. Tenho vinte apenas rs.
Anotei
meu número em um papel e entreguei:
— Se quiser, me manda mensagem.
Já eram
quase 19h. Me levantei e ele veio junto. Me deu um abraço apertado e disse no
meu ouvido:
— Quero sentir prazer com você.
— Então
me manda mensagem — sussurrei de volta.
Caminhei
pelo saguão até o estacionamento. Entrei no carro e vi mensagens de clientes...
e uma de número novo:
“Estou te
desejando. Qual seu valor pra hoje? Estou no hotel”
Fernando
foi rápido. Primeiro cliente que conquistei sozinha.
Respondi com meus valores — período e pernoite, ambos pagos adiantado. Ele
escolheu o pernoite e mandou o endereço.
Fui para
casa. Tomei banho, vesti uma lingerie branca de renda, coloquei um vestido em
tons de azul (justo no busto, soltinho na saia), sandália de salto verde e
prendi o cabelo num coque elegante. Meus pais acharam que eu sairia com meu
namorado. Melhor assim — e nem perguntaram muito.
No hotel
Hotel clássico,
daqueles de rede nacional. Nos encontramos no bar. Chegamos quase juntos.
Sentamos, bebemos vinho. Ele comentou que não tinha pressa — e que a noite
seria nossa.
Contou
sobre a vida: casado, filhos, rotina. Me perguntou mais de mim, enquanto fazia
a transferência:
— Seu
aquário está cheio de peixinhos — riu. — Adorei sua forma leve de cobrar.
Deixei
claro: só com camisinha.
— Sou um
homem responsável — respondeu ele, sorrindo.
Subimos.
No quarto, aquele homem grande — 1,87 — me pegou no colo e me sentou na mesa.
Começou a beijar meu pescoço, nuca, ombro... puxou a alça do meu sutiã com a
boca, e logo estava chupando meus peitos com mordidinhas leves. Tão bom...
Tirei o
sutiã e apoiei as mãos atrás da mesa, me exibindo. Ele beijava minha barriga
enquanto tocava minha bucetinha por cima da calcinha. Eu já estava molhada. Ao
ver minha bucetinha:
—
Delícia! Amo bucetinha lisinha. Quero sempre que estiver na cidade.
Chupou
com tanta sede que gozei na boca dele, gemendo com as pernas tremendo. Tirou
minha calcinha, cheirou, beijou meus pés... e depois pediu:
— Chupa
meus mamilos?
Obedeci, chupei
seus mamilos, mordia quando pedia e o ouvi gemendo, enquanto abria a calça
dele. Pau grande, grosso. Me ajoelhei e comecei lambendo a cabeça, depois as
bolas... engoli tudo. Ele gemeu alto. Parou, me beijou, e me sentei em seu
colo.
Com um
preservativo, que coloquei olhando em seus olhos, sentei bem devagar, sentindo
cada centímetro. Quando encaixei tudo, comecei a cavalgar. Ele segurava minha
bunda. Gozou rápido, gemendo demais.
Depois...
Tomamos
banho juntos. Voltamos enrolados na toalha. Ele precisava responder e-mails,
mas pediu:
— Fica
nua na cama, com a bucetinha aberta. Quero te olhar.
Obedeci.
Enquanto ele digitava, eu respondia mensagens no celular. Falei com meu
namorado, inclusive mandei uma selfie com o travesseiro (idêntico ao da minha
cama). Ele nem desconfiou.
Fernando
terminou, se aproximou batendo punheta:
— Chupa a rola do seu homem.
Chupei, e
transamos de novo. Depois ele perguntou:
— Você faz anal?
— Faço.
Mas sua rola é grossa...
— É no
seu rabinho que eu quero meter agora.
Peguei o
gel na bolsa, coloquei na cabeça da rola e fiquei de quatro.
— Come
meu cuzinho bem gostoso — pedi.
Mesmo com
o gel, senti ser rasgada. Ele socava sem piedade, como fazia com minha buceta.
Gozou com grunhidos, suado, entregue. Banho novamente. Dormimos.
Terça-feira,
5h da manhã
Acordei
com ele chupando minha buceta. Me penetrou de ladinho. Gozei de novo. Ele
beijava, pegava meus peitos... antes de sair, ajoelhei entre suas pernas e
chupei uma última vez. Gozou no meu rosto. Limpei na pia. Ele me beijou e
disse:
— Daqui
15 dias estarei aqui. E vou querer de novo.
:: Quinta-feira
::
Semana
normal: trabalho, faculdade, academia e meus peixinhos garantidos com os
clientes, rs. Hoje eu já sabia: tinha encontro com Fernando, o engenheiro do
aeroporto.
Como não
tinha aula, fui à academia cedo e depois voltei pra casa tranquilamente. Nosso
encontro era às 9h no hotel onde ele estava hospedado. Fui de Uber — Flávio,
meu namorado, já estava na cidade com o carro dele. Inclusive, estou guardando
dinheiro pra comprar o meu e colocar minha tão sonhada prótese mamária, rs.
Cheguei
ao hotel e Fernando já me pediu:
— Fica nua e senta aqui na mesa do lado, enquanto trabalho.
Ele
vestia camisa polo e calça jeans. Tirei tudo e me sentei como ele queria. Ele
começou uma reunião online. Na câmera, uma mão aparecia apoiada sobre a mesa...
e a outra estava ocupada com minha bucetinha, acariciando de leve, provocando
enquanto falava sério.
Quando
fechou o microfone, sussurrou:
— Chupa minha rola.
Ajoelhei
sob a mesa e mamei sua pica com vontade. Ele não podia demonstrar nada. Isso me
deixou ainda mais excitada. Chupei sem parar, até ele se afastar, segurando a
rola latejando, tentando não gozar e manter a postura séria.
Me
levantei discretamente e deitei na cama, bem à sua frente. Quando a reunião
acabou, ele veio com sede, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta
com força. Não aguentei: gozei alto, arrepiada. Estávamos quase em um 69.
Logo ele
enfiou a rola na minha boca, dizendo:
— Mama agora, putinha. Me faz gozar.
Ainda me
recuperando do orgasmo, continuei chupando sua rola grossa. Estava com a cabeça
pendurada pra fora da cama, os cabelos soltos tocando o chão. Ele agachado, com
as bolas no meu rosto e a rola na minha boca. Eu completamente vulnerável ao
seu gozo... mas ele não gozou ali. Preferiu jorrar nos meus peitos — igual a um
jato quente, sujando tudo.
Ele
deitou, ofegante. Fui me lavar. Voltei e pedi pica. Ele riu:
— Quer pica, minha putinha?
— Quero!
— respondi sorrindo.
Batendo
punheta, pediu que eu ajudasse... com os pés. Fiz. Ele gemia alucinado. Pausou
pra colocar a camisinha e me fodeu de quatro. Puxava meu cabelo de leve, dava
tapas na minha bunda. Gozei sentindo tudo. E ele não parou.
Na hora
do gozo, tirou a rola da minha buceta e enfiou de surpresa no meu cuzinho.
Arrombou com força. Era grosso, doeu... mas o prazer misturado me invadiu. Não
demorou muito e ele gozou.
Fomos
tomar banho. Depois, pediu almoço pra dois. Conversamos com calma. Diferente da
maioria das acompanhantes, eu gosto de trocar ideia com meus clientes. Não fico
cronometrando o tempo. Por isso, meus valores são por período (com alguns
peixinhos) e por pernoite (com muitos peixinhos, rs).
Ele me
pagou a mais:
— Presente. Você é muito agradável, Alicinha.
Saí de lá
de Uber. Fui pra casa trocar de roupa — já estava em cima da hora pro trabalho.
No caminho, recebi mensagens do meu namorado e uma no celular dos encontros.
Tobias perguntava se eu topava viajar com ele e o pai novamente. Aceitei.
Flávio estaria fora, e são muitos peixinhos, né? Alicinha não nega.
Cheguei
na agência por um fio, cheia de tarefas. Sérgio — meu gerente e também cliente
— mandou mensagem:
— Vem aqui na minha sala?
Fui. Ele
perguntou se eu tinha horário no almoço. Brinquei:
— Temos, mas com os mesmos peixinhos de sempre.
Apertei
seu pau por cima da calça. Estava sentado e já ficou duro.
Na hora
do almoço, saí mais cedo e avisei na agência que ia visitar um cliente. Ele me
esperava no carro. Fomos ao motel mais próximo. Bem mequetrefe, rs.
Sérgio
estava com o pau duro, ansioso pra eu chupar. Comecei. Enquanto isso, ouvi ele
abrindo a camisinha. Parei de chupar, deitei, ele me beijou, puxou minha
calcinha pro lado e meteu. Fodemos vestidos. A cada estocada, minha buceta
apertava ainda mais a rola dele. Ele gemia:
— Que xoxota apertada... vou gozar, minha ninfetinha!
Gozou
rápido. Antes de irmos embora, disse:
— Você merece gozar também.
Ia
demorar... já tinha dado a buceta de manhã, né? Mas ele foi pra boca e me
fez gozar. Boa performance, Sérgio. Tudo em menos de uma hora. Voltei pra
agência antes do previsto — e com o dinheiro que faltava pro meu
silicone.
Já
marquei a consulta e tudo dando certo, aproveito minhas férias e coloco meus
peitinhos novos, rs.
Cheguei
em casa cansada. À noite tinha jantar com Flávio.
Ele quis transar. Mas dessa vez, só chupei sua rola e bebi o leitinho dele.
Aproveitei e comentei da consulta com o cirurgião. Ele apoiou, sem saber a
origem do dinheiro, claro. Mas não importa. Alicinha resolve!
Semana
que vem tem cirurgia, clientes confirmados... e a viagem com Tobias e o pai
velhinho, que só sabe chupar meus peitos e minha buceta. Eu também chupo a pica
dele, mesmo que ela não fique completamente dura. Rs.
Alicinha 🐠💦